Lisânia Felipe Baldi Torquato
Ler é mergulhar em um mundo mágico, viver uma aventura impossível e através dela refletir sobre nossa própria realidade.
Eu me identifiquei muito com Danuza Leão, pois assim como ela eu leio de tudo.
Antigamente eu me sentia culpada por não gostar dos livros de Machado de Assis, mas hoje vejo que temos o direito de gostar ou não. É muito bom poder escolher o que queremos ler em determinado momento.
Quando entrei no 1ª série na escola, fiquei encantada com o mundo da leitura e escrita, mas apenas nos era oferecido a cartilha "caminho suave", que eu achava maravilhosa, pois não tinha muito contato com os livros. Foi apenas na 4ª série, próximo às férias de julho, que fui levada pela 1ª vez à biblioteca da escola e pude levar para ler, em casa, o meu 1º livro "O urso que tinha música na barriga", fiquei encantada com a história, pois até então eu não sabia que existiam livros de " histórias inventadas", e desde então, nunca mais parei de ler.
Hoje, vejo a importância de estimular o hábito da leitura em uma criança.
Livro que marcou a minha vida:” Senhora” de José de Alencar.
Estou lendo: “A menina que roubava livros” de Markus Zusak.
EDVIGE FELIPPE BALTEL GOMES
EDVIGE FELIPPE BALTEL GOMES
A leitura é luz, não só para nossas vidas, também para nossa alma, ela nos enriquece o saber abre novos horizontes e contribui com grandes experiencias.ao ler um livro podemos envolver de tal forma que viajamos com as personagens até mesmo em outro país sem sair do lugar. Eu comecei a ler na escola quando ganhei da professora um livro Contos De Grimm.Lia revistas em quadrinhos e livros para provas.hoje eu gosto de ler pois a leitura nos proporciona um bem estar.
Marielle F. M. Massoneto
Minha experiência marcante, de leitura significativa, aconteceu no CEFAM (Magistério), com o professor Elias. Ele me revelou o prazer e a importância da leitura para a vida. Suas aulas eram dinâmicas e prazerosas, cada aluno tinha liberdade para escolher um livro com o qual se identificasse e, após a leitura,o professor organizava rodas de conversa, para seguidamente oportunizar momentos em que pudéssemos criar atividades diferenciadas a partir da leitura e, posteriormente, apresentávamos tais atividades para a nossa sala e também as usávamos no estágio.
Como era gostoso, no estágio, apresentar aos alunos, de educação infantil ou de 1ª a 4ª série, diferentes obras, através de brincaderias, encenações, gincanas...
O intuito do professor Elias, era esse mesmo: proporcionar aos envolvidos, um contato diferente com a leitura... Acredito que dessa forma, ele contribuiu para que a leitura viesse morar e agir em minha vida de forma significativa.
Livros que recomendo:
Denise Eliane de Freitas Felizatti
Minha experiência marcante, de leitura significativa, aconteceu no CEFAM (Magistério), com o professor Elias. Ele me revelou o prazer e a importância da leitura para a vida. Suas aulas eram dinâmicas e prazerosas, cada aluno tinha liberdade para escolher um livro com o qual se identificasse e, após a leitura,o professor organizava rodas de conversa, para seguidamente oportunizar momentos em que pudéssemos criar atividades diferenciadas a partir da leitura e, posteriormente, apresentávamos tais atividades para a nossa sala e também as usávamos no estágio.
Como era gostoso, no estágio, apresentar aos alunos, de educação infantil ou de 1ª a 4ª série, diferentes obras, através de brincaderias, encenações, gincanas...
O intuito do professor Elias, era esse mesmo: proporcionar aos envolvidos, um contato diferente com a leitura... Acredito que dessa forma, ele contribuiu para que a leitura viesse morar e agir em minha vida de forma significativa.
Livros que recomendo:
Os miseráveis - Victor Hugo
Antologia Poética - Cecília Meireles
Chão de vento - Flora Figueiredo
Histórias de mistério - Lygia Fagundes Telles
Denise Eliane de Freitas Felizatti
“Desde que me entendo por gente, sempre tive um livro nas mãos. A vida toda foi assim.
Antes mesmo de começar a ler já vivia fuçando na coleção de gibis de meu tio que, depois de lê-los, os dava para mim. No começo, o que me chamava à atenção eram os desenhos coloridos. Depois, todos aqueles balões diferentes, cheios de letrinhas dentro.
Meus pais nunca me estimularam muito. Creio que essa curiosidade, essa vontade de entrar no mundo das letras me era inerente. A única pessoa que às vezes me ensinava alguma coisa era a minha tia Rose. Mas era algo tão esporádico que não chegou a ser significativo. De qualquer forma, não me lembro muito bem de meus primeiros contatos com a escrita, anterior ao período em que começou minha alfabetização propriamente dita.
Mais tarde, já alfabetizada, por volta de 9, 10 anos, minha grande diversão era passar as tarde, depois das aulas, na biblioteca do CDCC, em minha cidade natal (sou São-carlense), uma instituição ligada à Universidade de São Paulo – USP São Carlos. Foi lá que a magia começou a acontecer: descobri mundos mágicos, de fantasia, que me transportavam para lugares que nunca havia estado... Conhecia personagens com as quais dialogava no mais diversos contextos e sobre os mais diferentes assuntos... Enfim... Era o início de uma “era” que ainda não chegou ao fim – e ao que parece nunca chegará. Continuo sempre com um livro nas mãos... E outro na bolsa... E outro no carro... E lendo as revistas que meu marido assina... etc., etc., etc... A pergunta que minha mãe faz é “Será que eu tenho jeito?”. Claro que sim... Esse hábito me definiu e me define... Esse é o MEU jeito.
Fica impossível, dessa forma, deixar de observar a importância que a leitura (e, depois, a escrita) teve e ainda tem em minha vida. Muito de minha escolha pessoal e profissional se pauta neste prazer tão grande que advém da leitura – que vem trazer luz e ampliar os horizontes das pessoas, fazendo com que voltem seus olhares para o que está ao seu redor e, principalmente, para o que vai em seu íntimo.”

Olá, colegas! Venho parabenizá-las pelo lindo trabalho!
ResponderExcluirAbraços,
Renata Bianchi (grupo8)